CRISE: Como enfrentá-la nas escolas? - 1ª Parte 

              Inicio este artigo afirmando que não é errado dizer que as crises trazem possibilidades de grandes oportunidades e benefícios.

              Segundo o consultor Marcelo Freitas é nas crises que surgem os novos problemas e os grandes avanços proporcionados pelas soluções encontradas.

               No âmbito da Educação não é diferente: são inúmeros os serviços educacionais oferecidos pelo mercado e a utilização de estratégias diferenciadas para atingir os diversos níveis de clientela. A realidade óbvia ai está; entretanto pergunta-se: como fazer para as escolas continuarem mantendo os seus alunos e tendo um retorno financeiro?

              Responder a tão pertinente pergunta é enfrentar o desafio que bate à nossa porta de maneira eficiente e eficaz; refiro-me à necessidade de se fazer mudanças não sendo essas apenas superficiais dentro de uma estrutura segmentada e sedimentada. As mudanças precisam ser ágeis e notadas interna e externamente: não se constituir apenas na oferta de novos cursos, mas, mudar estratégias e valores, além de otimizar o tempo de alunos, professores e colaboradores utilizando a tecnologia disponível e que poderá favorecer corte de custos em vários aspectos.

               É necessário, pois, utilizar o viés da inovação com base na expertise tradicional e entrar na perspectiva da lateralidade que é ir além dos processos tradicionais; o interessante é que a escola é o ambiente que possibilita mudanças concretas para evoluir em todas as áreas. 

Maria de Fátima Cavalcanti 

Dirtetora Adjunta


 

CRISE: Como enfrentá-la nas escolas? - 2ª Parte


             O conceito de lateralidade nos aponta que o melhor caminho é a inovação, que agrega ao tradicional novos usos, situações ou público-alvo; exige de nós um olhar atento para o que está acontecendo nos diferentes mercados, e trazer, ou seja, utilizar experiências exitosas desses diferentes mercados tais como: estratégias para captação de alunos, valor dos cursos praticados, uso da tecnologia (suporte de plataformas de e-commerce,pagamentos online e download de documentos entre outros - facilitando assim a vida da nossa clientela, evitando deslocamento sem necessidade), para o segmento da escola; a inovação não deve ser apenas estética porém, acima de tudo, de mentalidade para a absorção, adesão e prática das mudanças pelos colaboradores e pelos clientes.

           Internamente, a escola necessita priorizar a comunicação e a interação de todos os setores: esquecer o “cada qual no seu quadrado”, para que o todo possa surgir sem ferir, evidentemente, as funções específicas de cada um e, acima de tudo, estabelecer uma relação ética, de respeito e cordialidade com os seus pares; não é por acaso que nos referimos ao corpo administrativo, ao corpo discente e ao corpo docente - a palavra corpo já explicita a ideia do todo.

Não podemos esquecer que se antepõe à mudança a necessidade de capacitação e treinamento, com base na implantação das mesmas.

           Externamente, as mudanças deverão tornar a escola visível: moderna, em sintonia com o mercado e com o mundo do trabalho, bom relacionamento com os vários sistemas de ensino, não resistência ao novo, atendimento às conveniências dos interessados nos serviços prestados, alem é claro, da qualidade do ensino que é a atividade principal da escola.

Este artigo não se trata de uma receita de bolo e sim evidencia a entrada em um novo ambiente de possibilidades.

Maria de Fátima Cavalcanti
Diretora Adjunta.

Banner
Banner
Banner